Está com alguma dúvida? Confira abaixo, podemos te ajudar com uma resposta rápida e objetiva!

Os raios do sol incidem sobre os painéis fotovoltaicos, que ficam situados num local onde haja bastante exposição ao sol e, se possível, nenhum sombreamento durante o período de geração de energia. Ao incidir nos painéis, a energia dos raios do sol é transformada em Corrente Elétrica Contínua, que é diferente da corrente da maioria dos equipamentos elétricos, a Corrente Alternada (CA). Portanto, é necessário transformar a Corrente Contínua (CC) em Corrente Alternada (CA), transformação esta realizada pelo Inversor. Ao sair do Inversor, o sistema fotovoltaico é conectado ao Quadro de Distribuição existente no local, estando pronto para alimentar os dispositivos elétricos que forem ligados.
O sistema fotovoltaico convencional é formado por painéis fotovoltaicos (também conhecidos como módulos), inversores, estruturas de fixação, dispositivos elétricos e cabos.
Você pode solicitar um orçamento conosco no site, a qualquer momento, enviando sua fatura de energia para que possamos dimensionar o sistema adequado para o seu consumo. Em seguida, enviaremos uma proposta preliminar apresentando a solução que melhor atende à sua necessidade.
É possível uma economia aproximada de 90%, desde que haja espaço suficiente para a instalação do sistema, seja ele residencial ou comercial. Não é possível zerar a conta de energia pois é preciso pagar um custo mínimo para a Distribuidora. Se a unidade consumidora cujo sistema já esteja instalado for do grupo tarifário B, é preciso pagar o Custo de Disponibilidade, que depende do tipo de ligação elétrica da Unidade Consumidora (UC). Caso seja um consumidor residencial, essa tarifa é cobrada da seguinte forma: Rede monofásica: valor em moeda corrente equivalente a 30 kWh. Rede bifásica: valor em moeda corrente equivalente a 50 kWh. Rede trifásica: valor em moeda corrente equivalente a 100 kWh. Para os clientes do grupo tarifário A, o custo de disponibilidade é a Demanda Contratada, que representa o uso do fio da concessionária.
O valor do excedente deverá ser pago à concessionária.
Por motivos de segurança, quando há interrupção no fornecimento de energia o sistema corta a geração, pois caso seja necessário realizar uma manutenção na rede elétrica, ela não pode estar energizada.
Não, o excedente gerado é injetado na rede como créditos, não podendo ser vendido. De acordo com a Resolução Normativa 482/2012 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) esses créditos podem ser alocados para outras unidades consumidoras.
Ao final do mês, a concessionária faz o balanço entre a geração e o consumo através de um medidor bidirecional de energia.
É possível utilizar baterias, tanto em sistemas conectados na rede como em sistemas isolados, que não estão conectados na rede da Distribuidora. Porém, ressaltamos que as baterias têm um valor expressivo, necessitam de manutenção frequente e possuem uma vida útil bastante reduzida quando comparada com a vida útil dos demais equipamentos do sistema.
Normalmente, os fabricantes garantem que a potência dos painéis não deve ser inferior a 80% de sua capacidade nominal ao fim de 25 anos. Essa redução na potência do painel se deve ao desgaste da exposição à luz do sol. Quanto aos inversores, é recomendável sua troca após 15 anos de operação, devido à degradação natural de um equipamento elétrico.
Sim, a maioria dos fabricantes de módulos oferece uma garantia de 10 anos relativa à integridade física e 25 anos de performance do sistema, garantindo que o mesmo estará operando com pelo menos 80% de sua capacidade nominal no 25º ano de operação. Os inversores possuem garantia que varia entre 5 e 10 anos.
O espaço a ser ocupado depende da capacidade de geração do sistema.
Os equipamentos não precisam de operação para que eles funcionem, pois o sistema fotovoltaico opera de forma automática. Os painéis fotovoltaicos não necessitam de manutenção frequente, porém, indicamos que seja realizada a análise da geração de energia através do aplicativo para ver se a mesma corresponde à expectativa do sistema. Além disso, recomendamos realizar a limpeza periódica dos módulos com água, com o intuito de remover as impurezas que reduzem o desempenho do sistema.
O mais comum é que o sistema seja instalado no telhado, não tendo restrição quanto ao tipo do mesmo (telha cerâmica, fibrocimento ou laje). A orientação mais indicada é para o Norte, mas pequenas variações na orientação do sistema não causam grandes perdas na produção de energia.
Nossos técnicos vão até o local e realizam a instalação do sistema. De acordo com o tipo de telhado, pode ou não ser necessário perfurar a telha para o posicionamento das estruturas metálicas onde serão fixados os módulos. Na maioria das vezes a rede elétrica existente é aproveitada, não havendo necessidade de alterar a mesma.
Geralmente não, pois, na maioria das vezes, é possível aproveitar a rede elétrica existente. A estrutura civil também não costuma demandar modificações, já que a capacidade de carga dos telhados normalmente é compatível com o peso do sistema.
Não é recomendado por não ser economicamente viável, já que a benfeitoria valoriza o imóvel devido ao valor agregado pelo sistema. De qualquer forma, não há regulamentos que proíbam essa mudança.
Não, nós realizamos todo o processo junto a distribuidora, desde a fase inicial de entrega de documentos e projetos até a conexão do sistema e início de operação do mesmo, portanto o cliente não precisa se envolver com a parte burocrática, devendo apenas fornecer os documentos necessários.